Por Equipe Lacerda Corretores · 30 de agosto de 2026
A documentação é a parte que mais atrasa negociações, quase sempre porque algum papel é solicitado só no fim. Organizar tudo desde o início evita retrabalho.
Do imóvel. A matrícula atualizada, emitida pelo cartório de registro de imóveis, é o documento central: nela constam o histórico de propriedade e os registros e averbações que existirem. Também são comuns o carnê ou a certidão de IPTU e, em condomínio, a declaração de que as taxas estão quitadas.
Do vendedor pessoa física. Documento de identidade e CPF, comprovante de estado civil e, quando aplicável, documentos do cônjuge. Certidões pessoais podem ser solicitadas para avaliar riscos da negociação.
Do vendedor pessoa jurídica. Atos constitutivos, cartão de CNPJ e documentos dos representantes legais, além das certidões que o comprador ou o banco pedir.
Do comprador. Documento de identidade, CPF e comprovante de estado civil. Em compra financiada, o banco pede ainda comprovação de renda e documentos que variam conforme a linha de crédito e o perfil do cliente.
Situações que exigem mais atenção. Imóvel recebido por herança, inventário em andamento, procuração, imóvel com financiamento em aberto, usufruto e construção não averbada são casos em que a lista aumenta e o prazo se estende.
A lista final depende do imóvel, do banco e do cartório envolvidos. O caminho mais seguro é pedir a matrícula atualizada logo no início e, a partir dela, montar a relação do que falta.
Este conteúdo é informativo e não substitui orientação jurídica ou notarial profissional.
