Por Equipe Lacerda Corretores · 06 de setembro de 2026
Imóvel para investimento se avalia com números, não com gosto pessoal. Quatro pontos organizam essa análise.
1. Rentabilidade do aluguel. Divida o aluguel anual estimado pelo valor total investido, incluindo custos de fechamento e eventual reforma. O resultado é o retorno bruto. Depois desconte condomínio e IPTU não repassados, meses de vacância e manutenção para chegar a algo mais próximo do real.
2. Liquidez. Imóvel fácil de alugar e de vender é aquele com público amplo: metragem funcional, boa localização, vaga de garagem e prédio bem conservado. Imóvel muito específico rende melhor no papel e demora mais para girar.
3. Custos fixos. Condomínio alto come a rentabilidade. Antes de comprar, peça o valor atual da taxa, verifique se há rateio extra em andamento e confira o histórico de obras do prédio.
4. Perfil de inquilino da região. Proximidade de comércio, serviços, escolas e vias de acesso define quem procura ali e quanto está disposto a pagar. Esse perfil precisa combinar com o imóvel que você pretende comprar.
Também vale considerar. Tributação sobre o aluguel recebido e sobre o eventual ganho na venda, seguro do imóvel, custo de administração se você contratar uma imobiliária e o tempo que pretende manter o ativo.
Erros comuns: comparar apenas o preço por metro quadrado, ignorar vacância na conta, subestimar reforma e escolher o imóvel pelo que você gostaria de morar em vez do que o mercado local procura.
Podemos levantar valores praticados por bairro e tipo de imóvel para o perfil que você tem em mente. Este conteúdo é informativo e não substitui orientação financeira, contábil ou tributária profissional.
